Do animal ao corte, cada quilo tem dono.

O SDC ERP pesa, rastreia e custeia cada lote do curral à nota fiscal, para o rendimento deixar de ser estimativa.

Onde o frigorífico perde dinheiro sem ver.

Quatro situações que aparecem em quase toda operação que ainda depende de planilha, caderno e memória.

Rendimento no achismo

A carcaça rendeu quanto? Por lote, por fornecedor? Se a resposta está numa planilha, você compra às cegas.

Peso que vaza

Balança num lugar, pedido em outro, nota em outro. Cada redigitação é quilo perdido.

Rastreabilidade só quando a fiscalização pede

GTA, lote, validade: se não está amarrado ao corte, é correria na hora da auditoria.

Miúdo e subproduto invisíveis

O que não é medido vira sobra. E sobra não entra na margem.

O que muda em cada parada.

Desça a página e acompanhe a operação de um frigorífico. Em cada etapa: a dor de hoje, o que o SDC ERP faz de específico e o que passa a ser possível.

01

Compra às cegas

Compra de animais

O lote nasce com fornecedor, GTA, peso vivo e preço negociado. O custo do quilo vivo já é conhecido antes de o animal entrar no abate, e a compra chega ao estoque e ao financeiro sem redigitação.

FornecedoresGTAPeso vivo
02

Rendimento no fim do mês

Abate e apontamentos

O peso de carcaça vem direto da balança. O rendimento por lote e por fornecedor é calculado na hora, não no fechamento: você descobre quem entrega o quilo mais caro antes da próxima compra.

Balança integradaRendimentoQuebra
03

Quilo sem qualidade

Tipificação de carcaças

A classificação fica amarrada ao lote e ao fornecedor. Com o tempo, o sistema mostra quem entrega qualidade e não só quilo, e a negociação passa a ter base.

TipificaçãoQualidadeLotes
04

Sobra invisível

Miúdos e subprodutos

Cada parte recebe destino, custo e receita. O que antes sumia como sobra vira linha de resultado, e o rendimento real do animal aparece inteiro.

DestinosCustosReceita
05

Perda que ninguém mede

Quarteio e desossa

Ficha técnica por corte, perda real comparada à esperada e estoque atualizado a cada pesagem. Quando a desossa foge do padrão, você vê no mesmo dia.

Fichas técnicasPerda realEstoque
06

Custo do processado

Industrialização

Composição, consumo, lote e validade dos temperados e demais processados. O custo por quilo de produto final sai do sistema, não da estimativa.

ComposiçãoValidadeCusto por kg
07

Saiu o que foi pesado

Expedição

Romaneio por peso real, etiqueta, lote e validade na separação. O que embarca é exatamente o que foi pesado, e a rastreabilidade segue com o pedido.

RomaneioEtiquetaPeso real
08

Margem por corte

Faturamento

NF-e com peso variável, CT-e e MDF-e quando há transporte, financeiro integrado. A margem aparece por cliente, por corte e por lote.

NF-e peso variávelCT-e / MDF-eMargem

Feito para quem trabalha com quilo, lote e rendimento.

Balança integrada e peso variável

A pesagem entra no sistema uma vez e alimenta tudo que vem depois.

  • Pesagem direto na balança
  • Etiqueta e romaneio por quilo
  • NF-e com o peso real

Rendimento de carcaça por lote

O número que decide a compra, calculado na hora e não no fechamento.

  • Rendimento por lote e fornecedor
  • Quebra e perda por etapa
  • Custo do quilo produzido

Rastreabilidade GTA/SIF

Do animal ao corte, e do corte ao animal, em uma consulta.

  • Lote do animal até o corte
  • GTA e controle sanitário
  • Validade por lote

Fiscal completo

A nota sai do mesmo fluxo que pesou e separou o pedido.

  • NF-e, CT-e e MDF-e
  • Financeiro integrado à expedição
  • Resultado por cliente, corte e lote
200+
Clientes ativos
15+
Anos de mercado
20+
Ramos atendidos
12+
Módulos integrados

Não precisa abater para começar.

A jornada completa é do frigorífico com abate. Quem entra depois usa a parte que serve.

Frigorífico com abate

A jornada inteira, do curral à nota fiscal: compra, abate, rendimento, desossa, industrialização, expedição e faturamento.

Desossa e distribuição

Entra na etapa de quarteio e desossa e segue até o faturamento, com peso variável, lote e fiscal.

Boutique de carnes e açougue com produção

Fichas técnicas, peso variável, estoque por lote e fiscal, sem o módulo de abate.

Quatro passos, ao lado da sua equipe.

Sem virar a operação de cabeça para baixo: cada setor aprende a parte que usa, e a SDC acompanha o primeiro ciclo inteiro.

01

Diagnóstico da operação

Mapeamos as etapas que você tem hoje, de onde vem cada peso e onde a informação se perde.

02

Migração de cadastros

Produtos, cortes, fornecedores, clientes e saldos entram no sistema antes do primeiro dia.

03

Treinamento por setor

Compra, abate, desossa, expedição e fiscal aprendem a parte que usam, na rotina deles.

04

Acompanhamento no primeiro ciclo

A equipe SDC acompanha o primeiro ciclo completo de compra a faturamento, ao lado da sua.

O que todo frigorífico pergunta antes de fechar.

O SDC integra com a minha balança?
Sim. A pesagem entra direto no sistema, sem redigitação, e alimenta romaneio, etiqueta, estoque e nota fiscal com o peso real. Na demonstração confirmamos o modelo da sua balança.
Emite NF-e com peso variável?
Sim. A NF-e sai com o peso pesado na expedição, e CT-e e MDF-e acompanham quando há transporte próprio ou terceirizado.
Não abato, só desosso. Serve para mim?
Serve. A jornada começa na etapa de quarteio e desossa: fichas técnicas por corte, perda real, estoque por lote, peso variável e fiscal.
Como fica a rastreabilidade na fiscalização?
Cada lote guarda fornecedor, GTA, datas, pesagens e destino de cada parte. A consulta parte do corte e chega ao animal, ou o inverso.
Roda em rede local ou na nuvem?
O SDC ERP roda na sua rede. Os indicadores ficam disponíveis no Cloud BI e as rotinas de campo no SDC Mobile (PWA), de qualquer lugar.

Cada quilo do seu processo merece essa clareza.

Veja o SDC ERP rodando com a rotina de um frigorífico: pesagem, rendimento, desossa e nota fiscal, no mesmo fluxo.

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